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	<title>Comentários em: Área: VISÕES INSTANTÂNEAS</title>
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	<description>Mestrado em Design da Imagem, Universidade do Porto</description>
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		<title>Por: Isabel Rodrigues</title>
		<link>http://mdi0708.wordpress.com/2008/04/17/area-visoes-instantaneas/#comment-64</link>
		<dc:creator>Isabel Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 14:35:27 +0000</pubDate>
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		<description>Tendo como ponto de partida o trabalho anteriormente desenvolvido, em conjunto com Maria Fernandes e baseado na obra do realizador japonês Takeshi Kitano (exploração de narrativas através de imagens aparentemente desconexas), pretendo desenvolver um projecto que explora a apropriação do público que frequenta a fundação face ao espaço desta.

Visualizemos Serralves, o museu, a casa, o jardim. A imponência reconhecida da Fundação retribui na maioria do seu público uma postura contida. Partindo de uma intenção contrária sugiro um ensaio de uma narrativa subversiva, num misto de sensações concretas e abstractas, sob a forma física de um guia que ensina a passo difícil, porém útil, a arte da observação e comportamento na Fundação Serralves.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo como ponto de partida o trabalho anteriormente desenvolvido, em conjunto com Maria Fernandes e baseado na obra do realizador japonês Takeshi Kitano (exploração de narrativas através de imagens aparentemente desconexas), pretendo desenvolver um projecto que explora a apropriação do público que frequenta a fundação face ao espaço desta.</p>
<p>Visualizemos Serralves, o museu, a casa, o jardim. A imponência reconhecida da Fundação retribui na maioria do seu público uma postura contida. Partindo de uma intenção contrária sugiro um ensaio de uma narrativa subversiva, num misto de sensações concretas e abstractas, sob a forma física de um guia que ensina a passo difícil, porém útil, a arte da observação e comportamento na Fundação Serralves.</p>
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		<title>Por: Entretanto &#171; Palavra do Dia</title>
		<link>http://mdi0708.wordpress.com/2008/04/17/area-visoes-instantaneas/#comment-50</link>
		<dc:creator>Entretanto &#171; Palavra do Dia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 05:03:42 +0000</pubDate>
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		<description>[...] entrementes; neste meio tempo; todavia; contudo; s. m., intervalo de tempo. Variações erradas: entertanto, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] entrementes; neste meio tempo; todavia; contudo; s. m., intervalo de tempo. Variações erradas: entertanto, [...]</p>
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		<title>Por: Maria João Fernandes</title>
		<link>http://mdi0708.wordpress.com/2008/04/17/area-visoes-instantaneas/#comment-48</link>
		<dc:creator>Maria João Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 17:11:52 +0000</pubDate>
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		<description>Partindo dos registos obtidos, através de duas máquinas Lomo, em que uma captava diferentes enquadramentos, e outra tempos diferentes, juntamente com a Isabel Rodrigues, na aula em Serralves, decidimos criar diferentes narrativas a partir das imagens resultantes, baseando-nos no realizador Japonês Takeshi Kitano.
Pretendo, dar continuidade a esta ideia inicial, desenvolvendo experiências e exercícios com o objectivo de criar novas imagens, manipulando a realidade, dando um outro sentido ao Espaço Serralves, aproveitando a imagem fragmentada consequente das Lomo, resultando numa sequência de imagens (experiências) que não sejam comuns ao universo que conhecemos de Serralves.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Partindo dos registos obtidos, através de duas máquinas Lomo, em que uma captava diferentes enquadramentos, e outra tempos diferentes, juntamente com a Isabel Rodrigues, na aula em Serralves, decidimos criar diferentes narrativas a partir das imagens resultantes, baseando-nos no realizador Japonês Takeshi Kitano.<br />
Pretendo, dar continuidade a esta ideia inicial, desenvolvendo experiências e exercícios com o objectivo de criar novas imagens, manipulando a realidade, dando um outro sentido ao Espaço Serralves, aproveitando a imagem fragmentada consequente das Lomo, resultando numa sequência de imagens (experiências) que não sejam comuns ao universo que conhecemos de Serralves.</p>
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		<title>Por: Inês Bollen</title>
		<link>http://mdi0708.wordpress.com/2008/04/17/area-visoes-instantaneas/#comment-37</link>
		<dc:creator>Inês Bollen</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 13:48:02 +0000</pubDate>
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		<description>Projecto de análise: 

A comunicação do museu entre 3 elementos:
O arquitecto, o designer e uma abordagem pessoal empírica/fenomenológica.
Prevê-se, no decurso do trabalho um aprofundamento de conhecimentos relativos ao museu, à sua história, função e implicações sócio-culturais.
Assim como fundamentos do design de sinalética/comunicação gráfica e
a abordagem da minha experiência pessoal. Esta não pretende ser uma posição conclusiva ou relacional, nem tão pouco uma solução de sinalética. A questão será dar corpo a uma dicotomia existente, mas sobre a qual não há nenhuma discussão aberta.

Palavras Chave:
A arquitectura, o museu, a comunicação;
A arquitectura influência a vivência no museu;
O espaço sobrepõe-se ao conteúdo do museu;
A deficiente sinalética na fundação;
A posição do arquitecto Álvaro Siza Vieira; 
A posição do designer Henrique Cayatte;
Entrevistas gravadas e filmadas;
Interdisciplinaridade/intertextualidade (inter e intradiscursiva): museologia; design; cultura;

Possível apresentação:
Instalação, se possível na própria fundação, em que estarariam dispostas dois ecrãs, frente a frente, com as gravações e a exposição do trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Projecto de análise: </p>
<p>A comunicação do museu entre 3 elementos:<br />
O arquitecto, o designer e uma abordagem pessoal empírica/fenomenológica.<br />
Prevê-se, no decurso do trabalho um aprofundamento de conhecimentos relativos ao museu, à sua história, função e implicações sócio-culturais.<br />
Assim como fundamentos do design de sinalética/comunicação gráfica e<br />
a abordagem da minha experiência pessoal. Esta não pretende ser uma posição conclusiva ou relacional, nem tão pouco uma solução de sinalética. A questão será dar corpo a uma dicotomia existente, mas sobre a qual não há nenhuma discussão aberta.</p>
<p>Palavras Chave:<br />
A arquitectura, o museu, a comunicação;<br />
A arquitectura influência a vivência no museu;<br />
O espaço sobrepõe-se ao conteúdo do museu;<br />
A deficiente sinalética na fundação;<br />
A posição do arquitecto Álvaro Siza Vieira;<br />
A posição do designer Henrique Cayatte;<br />
Entrevistas gravadas e filmadas;<br />
Interdisciplinaridade/intertextualidade (inter e intradiscursiva): museologia; design; cultura;</p>
<p>Possível apresentação:<br />
Instalação, se possível na própria fundação, em que estarariam dispostas dois ecrãs, frente a frente, com as gravações e a exposição do trabalho.</p>
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