Por favor, coloquem a síntese do vosso projecto dos comentários deste post.
VISÕES INSTANTÂNEAS
Propõe-se a continuação do projecto até final do semestre, gerindo o espólio de imagens criadas na sessão em Serralves coordenada pelo Daniel Brandão. Em função das necessidades entertanto reveladas, poderá ser necessário proceder-se ao registo de novo material.
Abril 24, 2008 at 1:48 pm
Projecto de análise:
A comunicação do museu entre 3 elementos:
O arquitecto, o designer e uma abordagem pessoal empírica/fenomenológica.
Prevê-se, no decurso do trabalho um aprofundamento de conhecimentos relativos ao museu, à sua história, função e implicações sócio-culturais.
Assim como fundamentos do design de sinalética/comunicação gráfica e
a abordagem da minha experiência pessoal. Esta não pretende ser uma posição conclusiva ou relacional, nem tão pouco uma solução de sinalética. A questão será dar corpo a uma dicotomia existente, mas sobre a qual não há nenhuma discussão aberta.
Palavras Chave:
A arquitectura, o museu, a comunicação;
A arquitectura influência a vivência no museu;
O espaço sobrepõe-se ao conteúdo do museu;
A deficiente sinalética na fundação;
A posição do arquitecto Álvaro Siza Vieira;
A posição do designer Henrique Cayatte;
Entrevistas gravadas e filmadas;
Interdisciplinaridade/intertextualidade (inter e intradiscursiva): museologia; design; cultura;
Possível apresentação:
Instalação, se possível na própria fundação, em que estarariam dispostas dois ecrãs, frente a frente, com as gravações e a exposição do trabalho.
Abril 24, 2008 at 5:11 pm
Partindo dos registos obtidos, através de duas máquinas Lomo, em que uma captava diferentes enquadramentos, e outra tempos diferentes, juntamente com a Isabel Rodrigues, na aula em Serralves, decidimos criar diferentes narrativas a partir das imagens resultantes, baseando-nos no realizador Japonês Takeshi Kitano.
Pretendo, dar continuidade a esta ideia inicial, desenvolvendo experiências e exercícios com o objectivo de criar novas imagens, manipulando a realidade, dando um outro sentido ao Espaço Serralves, aproveitando a imagem fragmentada consequente das Lomo, resultando numa sequência de imagens (experiências) que não sejam comuns ao universo que conhecemos de Serralves.
Abril 26, 2008 at 5:03 am
[...] entrementes; neste meio tempo; todavia; contudo; s. m., intervalo de tempo. Variações erradas: entertanto, [...]
Junho 19, 2008 at 2:35 pm
Tendo como ponto de partida o trabalho anteriormente desenvolvido, em conjunto com Maria Fernandes e baseado na obra do realizador japonês Takeshi Kitano (exploração de narrativas através de imagens aparentemente desconexas), pretendo desenvolver um projecto que explora a apropriação do público que frequenta a fundação face ao espaço desta.
Visualizemos Serralves, o museu, a casa, o jardim. A imponência reconhecida da Fundação retribui na maioria do seu público uma postura contida. Partindo de uma intenção contrária sugiro um ensaio de uma narrativa subversiva, num misto de sensações concretas e abstractas, sob a forma física de um guia que ensina a passo difícil, porém útil, a arte da observação e comportamento na Fundação Serralves.